Haley é uma garota comum, até descobrir sua forte paixão, que com o tempo se torna amor, por um rapaz que estuda na faculdade em que ela trabalha. E ela faz de tudo para conquista-lo, de tudo.
Recomendação: +18
Gêneros: Ação, Drama, Horror, Romance, Suspense, Terror
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Notas:
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- História completamente de minha autoria;
- Imagem encontrada através de pesquisa, editada por mim;
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Volto à cômoda, e pego o pano de prato, me aproximo dela e a amordaço. Busco o ralador, e me sento sobre o estômago dela. Dou-lhe um tapa na cara, seco e veloz, com um estalido alto para que acordasse. Acordou num susto, com os olhos arregalados, e tentando gritar.
Ela estava só de roupas íntimas, tinha um corpo invejável, cintura fina, abdômen definido, seios avantajados. Era linda, seu olho esquerdo era azul, o direito era azul na metade de cima, e verde na outra metade. Com violência, arranco o sutiã, expondo seus seios. No mesmo instante me senti fortemente atraída fisicamente por ela, era incrível, porém minha raiva se mantinha estável.
Saio de cima dela e a observo se debatendo, desesperada, em vão. Vou até a base da cama, onde estavam os pés inquietos dela, me ajoelho, e começo a brincadeira. Com uma passada rápida da parte laminada do ralador na canela dela, uma tira fina e comprida de pele foi arrancada. O sangue que escorria pelas belas pernas daquela moça manchavam o lençol de vermelho, que se intensificava até se tornar preto. Depois de umas três fatiadas na canela da moça, subo até a cintura dela e desço sua calcinha até seus joelhos.
Me deito sobre ela, e começo a masturbá-la, penetrando três dedos, estimulando-a, enquanto eu mordia sua barriga, arrancando mais tiras de pele. Cada vez mais intenso, as mordidas e o estímulo sexual. Volto ao ralador, e repito o que fiz numa canela na outra, porém mais intenso. Me veio na mente uma vontade absurda de quebrar a perna dela, e me jogo de bunda com violência na perna mais dilacerada pelo ralador, quebrando-a pra trás.
Aquilo estava ficando monótono, porém me excitando de mais. Resolvo buscar brinquedos novos, e retorno à cozinha e em pouco tempo retorno com um martelo para amaciar carnes, e um garfo para churrasco. Chegando no quarto dela, volto a masturbá-la, só que com o garfo de dois dentes, e usando o martelo para acertá-la no rosto.
Depois de muito sangue escorrendo, resolvo parar e observar um pouco. Me sento no chão, com as penas abertas, desabotoo e tiro minhas calças, e passo a me masturbar observando-a se debater de dor. Aquilo me dava muito prazer, de uma maneira cuja a qual eu não conhecia, mas com toda certeza não era melhor que me livrar dela, e ter o caminho livre para conquistá-lo.
Depois de alguns minutos, ela parecia ter se acalmado, o que não me agradava nem um pouco. Mas ainda estava viva, ofegante e chorando. Alcanço o garfo de dois dentes e passo a perfurar sua coxa, fazendo vários furinhos duplos, ela volta a gemer e forçar os músculos de dor, subo até o tronco dela, e começo a espetar seu abdômen que já estava cheio de mordidas. Com o garfo, começo a cravá-lo com força, e arrastar, abrindo algumas fendas fundas e compridas.
Ela já não respirava mais, porém minha excitação era de mais para me importar. Voltei a masturbá-la, enquanto cravava o grafo em seu cadáver. Em seguida começo a me masturbar enquanto faço oral nela, e continuo a perfurá-la. Cerca de 40 minutos depois me sinto satisfeita, me visto, e vou embora.
10/02/13

Um comentário:
o amor pode fazer varias coisas até matar a concorrência brutal mas necessário e como vc posto no cap 1 as coisas começaram a esquentar agora oq ela vai fazer vo ler o três sua nota ainda é 11 verry good.
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