Era uma quinta-feira, por volta das 17h, estava indo ao encontro de seus amigos. Depois de alguns minutos de caminhada, chega ao seu destino. "Saia daqui! Seu nojento do caralho!", disse um de seus amigos. "Por quê?! O que eu fiz?!", respondeu. Não parecendo se importar com a resposta, avisa novamente: "Seu cínico! Não te queremos mais aqui.". "Não... Mas... É verdade! Eu não sei o que fiz de tão absurdo!", insiste. "Então venha, que vamos te mostrar.".
Recomendação: +18
Gêneros: Drama. Ação, Amizade, Horror, Terror, Tragédia
Avisos: Estupro, Linguagem imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Notas:
- Ao ler, favor deixar um comentário;
- Ao ler, favor compartilhar a história;
- História completamente de minha autoria;
Era uma quinta-feira, por volta das 17h, estava indo ao encontro de seus amigos. Depois de alguns minutos de caminhada, chega ao seu destino. "Saia daqui! Seu nojento do caralho!", disse um de seus amigos. "Por quê?! O que eu fiz?!", respondeu. Não parecendo se importar com a resposta, avisa novamente: "Seu cínico! Não te queremos mais aqui.". "Não... Mas... É verdade! Eu não sei o que fiz de tão absurdo!", insiste. "Então venha, que vamos te mostrar.".
Caminham por alguns poucos minutos até a casa de algum deles, bem arejada e iluminada pelo sol, automaticamente ligam o computador e inserem um CD no mesmo. O CD reproduz automaticamente, abrindo um executor de vídeos. É uma câmera de segurança noturna, flagrando um rapaz estuprando uma garotinha com cerca de sete anos de idade. Seus amigos ignoravam a filmagem, demonstravam extremo nojo por tal cena. Quando a câmera consegue focar o rosto do estuprador, um choque instantâneo absorve o corpo do rapaz. Era ele, estuprando a garotinha. Na filmagem, seu rosto demonstrava tanto prazer e satisfação, enquanto a garotinha gritava desesperada, chorava e sangrava. Ficou paralisado, com medo do que assistia, pois não se recordava de nada daquilo.
"Fecha isso.", disse um dos amigos. No mesmo instante fecharam o vídeo, retiraram o CD e o quebraram. "Decidimos que não vamos te denunciar, nem nada parecido pelos nossos anos de amizade, mas não te queremos mais aqui.", continua. Ainda sem entender, ele concorda com um aceno positivo, e vai embora. Quando chegava à porta, ainda na casa do seu amigo, ele diz: "Garanto a vocês que não fiz isso.".
Chegando em casa, se joga no sofá, fixa seu olhar no teto e tenta descobrir, por entre seus neurônios, uma resposta para o que estava acontecendo. Mas, não conseguia pensar em mais nada além das tristes e absurdas imagens daquele vídeo. Depois de algumas horas na mesma situação, lembrou-se de um antigo amigo do grupo, que era editor de vídeos, e adorava fazer uma brincadeira do gênero, apesar de nunca ter sido com algo tão sério.
Chegando à casa do tal antigo amigo do grupo, toca a campainha e o aguarda. Depois de poucos segundos é atendido. "Willian! Quanto tempo, cara! Entra, entra...". Não tão empolgado quanto seu amigo, Willian entra cuidadosamente na residência. "Senta aí, cara! Me conta, o que te traz aqui?", diz seu amigo entusiasmado. Willian olha fixo para seu amigo de diz: "Você ainda brinca com edições de vídeo? Por que me mostraram um vídeo em que supostamente eu estou estuprando uma criancinha, cara! Porra, se foi você é melhor contar agora.", termina a frase com um olhar enfurecido. Seu amigo se espanta com tal agressividade, e responde com certa calma: "Não, cara, eu jamais faria uma brincadeira dessas, você sabe...". "É por que eu tenho certeza que não fiz aquilo, inclusive no dia do ocorrido eu passei ele todo dormindo, em casa." diz Willian. "Mas, tudo bem, se não foi você, acho que não tenho mais o que fazer aqui." continua Willian.
"Mano!", diz a irmã de seu amigo, que acaba de chegar da escola. Era uma garotinha muito simpática, e bonita. Cabelo loiro, delicado e macio, olhos claros como os do irmão e tinha seus seis anos de idade. "Tchau, Willian, foi um prazer revê-lo!" diz seu amigo. Willian é acompanhado até a porta, porém continua observando a garotinha. E vai embora em silêncio. Quando chega liga para seu amigo, o mesmo que o expulsou do grupo, e pede ajuda para tentar descobrir o que estava acontecendo. Diz a ele que no momento do ocorrido estava dormindo em casa, e que as roupas do sujeito no vídeo estavam manchadas com o sangue da garota. Combinaram de se encontrar na cada de Willian.
"E aí!", disse Willian, com a mão esticada para cumprimentá-lo. "Não vou te cumprimentar, até que prove o contrário de tudo o que está acontecendo.", respondeu. "Tudo bem... Entre, vamos tentar descobrir algo...", diz Willian. Os dois entram logo em casa, e começam a vasculhar algumas coisas. Durante a busca inútil, o pai de Willian chega e ao ver Willian diz: "Filho, roupa da briga que tivesse ontem tá na caixa de roupas sujas, tá?". Em seguida seu amigo grita: "WILLIAN! ENCONTREI ALGO AQUI! TÔ LEVANDO, PERA.". Quando chega à sala, encontra o pai de Willian lá plantado, como se esperasse algo. "Ah, aí está! Willian, seu amigo a encontrou!" diz o pai de Willian um tanto empolgado. "O quê? O Willian estava procurando por isto?", diz o amigo de Willian destacando as roupas sujas de sangue que segurava. "Sim, a roupa que ele voltou pra casa antes de ontem, depois de uma briga feia que teve na rua...", diz o pai de Willian se orgulhando do filho por não ter se machucado. "Ah... Então ele não ficou dormindo o dia todo, e ele sabe da existência dessas roupas...?", pergunta o amigo de Willian. "E cadê ele?", continua. E ficam os dois lá, sem ter ideia pra onde tenha ido Willian.
"WILLIAN! Seu desgraçado, nojento, filho da puta!" disse Rafael, seu amigo que edita vídeos, num tom desesperado. Willian estava estuprando sua irmãzinha, destruindo a infância de mais uma criança. Willian esboçava muito prazer, enquanto estimulava a criança, para frente e para trás violentamente, enquanto a criança chorava e sangrava. Estavam num quarto de ferramentas, Rafael agarrou uma pá, e acertou as costas de Willian, que no mesmo instante largou a criança. Estava nu e ereto, com sangue em seu pênis. Rafael escalou e sentou-se nos ombros de Willian, enforcando-o com muita força. Logo atrás dos dois havia uma picareta pendurada no telhado, próxima a parede. Willian pende para trás, então a picareta atravessa a nuca de Rafael, Willian se abaixa, e sai. Uma cascata de sangue sai de sua garganta e boca, enquanto fica pendurado e agonizando. Antes de ir embora, Willian dá um selinho na criança, junta suas roupas, veste-as, e vai embora sem rumo.
10/08/12

Um comentário:
Pqp, o final surpreendeu. Curti bastante do conto.
Eu ri com as opções da enquete. Haha
Postar um comentário