segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Atuação entre Pai e Filho



     Encontrava-se jogado ao chão, um garoto que aparentava ter 19 anos. Estava chorando muito, derretendo-se em lágrimas. Enquanto seu pai, em pé na sua frente, segurando um bastão de base-ball. Seu olhar estava sem sentimentos, parecia se vingar de algo...

Recomendação: +13
Gêneros: Drama, Amizade, Fantasia, Terror
Avisos: Violência, Estupro, Tortura

Notas:

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     Encontrava-se jogado ao chão, um garoto que aparentava ter 19 anos. Estava chorando muito, derretendo-se em lágrimas. Enquanto seu pai, em pé na sua frente, segurando um bastão de base-ball  Seu olhar estava sem sentimentos, parecia se vingar de algo...

     O garoto, mesmo espancado diz: "Pai, não faça isso! Eu te amo! Não me machuque, pai!". Mas, o mesmo parecia não ouvir, parecia estar imune às palavras. E o garoto insistia: "Para, pai! Por favor! Eu te amo! Não me mate, pai...". Até que, o pai parece escutar o que o garoto diz, se ajoelha e fala: "Estou me vingando por tudo que me fez passar! Toda a dor que suportei tudo o que fizeste seu demônio nojento!".

     Parecia não entender nada do que seu pai dizia, e pergunta: "O que eu te fiz, pai? Nunca fiz nada de errado, sempre te amei e me comportei! Seja o que for me perdoe pai! Eu te amo e nada irá mudar isso!". O pai do garoto parece tocado pelas palavras do filho, porém não cede a raiva. E diz: "Mentiroso! Finge que não lembra! Irei refrescar-lhe a memória. Éramos anjos, tínhamos família e uma vida feliz. Até que sua mulher desceu ao inferno por desobediência, e como castigo, seus filhos foram torturados e mortos. Você não se conformou e achou que fosse por minha culpa tudo isso acontecer, então você torturou, estuprou e matou minha mulher e filhos. Eu não suportei e quis me vingar, como vingança é contra a lei divina, fomos os dois enviados ao inferno para resolvermos nossas diferenças. Aqui estamos, encarnamos como pai e filho. Agora é a hora em que eu te mato e posso voltar ao paraíso. Sem minha família e com um peso enorme na minha alma por ter matado meu melhor amigo.".

     O garoto fica estático, e em pânico. Acena para seu pai, pedindo que ele se abaixe e o abrace. Não vendo problemas na ação, o pai se abaixa e o abraça firme. O garoto diz: "Me perdoe pai... Não sei como aconteceu, mas... Já estamos aqui! Eu te amo você cuidou de mim a vida toda! Isso não pode acabar assim. Eu te amo, meu pai! Te amo! Você é um exemplo pra mim, você é quem me ensinou tudo que sei! Não quero que acabe assim... Me perdoe pelos meus atos, vamos voltar a ser uma família, esquecer isso tudo que aconteceu...".

     O pai do garoto cerra os olhos, enquanto uma única lágrima de puros sentimentos escorre pelo seu rosto. Respira fundo e diz, soluçando: "Também te amo, meu filho! Eu não queria ter feito isso com você! Quem deve te pedir perdão sou eu. Já pagamos pelos nossos atos e estamos aqui juntos! Se voltamos como pai e filho é porque devemos nos unir, não nos matar. Te amo demais, meu filho. Eu te prometo que nunca mais irei te machucar.". Então ele aperta mais o abraço em seu filho. Logo sente um espeto firme em sua barriga. A lâmina da faca que havia dado ao seu filho de aniversário de 18 anos havia perfurado e atravessado seu corpo.

     Sem entender, o pai pergunta: "O que foi meu filho? Por que fez isso?". Sem hesitar responde: "Você me ensinou tudo o que sei. Me ensinou a matar, a não amar e a mentir! Tenho que admitir que você foi um ótimo pai. Burro! Merece a morte. Perdi minha família por sua causa, pedi por conciliação e é assim que você me trata? Querendo me matar? Seu verme inútil! Eis seu fim.".

     Com os olhos cheios de lágrimas, o pai larga seus braços e cai de costas no chão. Morto então, com os olhos abertos, fixos no infinito e com uma expressão de dor. Mas não aquela dor física, mas aquela dor psicológica de quem perde alguém muito importante. Já o garoto, jogado ao chão, mal conseguindo se mexer deixa escapar uma risada sarcástica, fria e tenebrosa ecoando casa adentro.

22/08/11

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